O Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) realiza, nesta sexta-feira, 10 de abril, dois centros de estudos.
Para debater o tema Regulação da inovação em saúde: biossegurança das terapias avançadas, o Instituo convida Ninive Colonello, do Ministério da Saúde, e Rubens Nascimento, coordenador da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), para palestrar sobre a CTNBio e a estruturação da regulação da pesquisa em biotecnologia no Brasil. O evento será no Auditório Maria Deane do Pavilhão Leonidas Deane, a partir das 9h30, com transmissão pelo Canal do IOC no Youtube.
A mediação fica a cargo da presidente da Comissão Interna de Biossegurança do IOC, Dalziza Almeida, e da chefe do Laboratório de Biologia Celular do IOC, Maria de Nazaré Soeiro.
Em sessão extraordinária integrada ao Ciclo Carlos Chagas de Palestras, o tema Trajetória e Legados de João Carlos Pinto Dias trará Lileia Diotaiuti, do Instituto René Rachou (Fiocruz/MG) como palestrante, a partir das 14h30, no Auditório Emmanuel Dias - Pavilhão Arthur Neiva, com transmissão pelo Canal do IOC no Youtube.
Estarão presentes como convidados a família do Dr. João Carlos Pinto Dias, e como debatedora, a diretora do IOC, Tania Araujo-Jorge.
O Fórum de Comitês de Ética em Pesquisa da Fiocruz (Fórum de CEP/Fiocruz), ligado à Vice-Presidência de Pesquisa e Coleções Biológicas (VPPCB), promoverá no dia 16 de abril, das 14h às 16h30, a quarta edição do ConCEPções Éticas, espaço criado em 2025 para a discussão de temas relacionados à ética em pesquisa. O evento terá como tema Análise única do CEP: expectativa de proteção do participante e fluxos institucionais, que abordará aspectos relacionados à implementação da análise de projetos por um único comitê de ética em pesquisa, os desdobramentos nos fluxos institucionais e a garantia da proteção dos participantes de pesquisa.
Voltado para pesquisadores, pós-graduandos/as, membros dos CEP, participantes de pesquisas, instituições e demais pessoas interessadas em pesquisas com seres humanos, o webinário integra as ações do Fórum de CEP. Para participar é preciso fazer inscrição até 16/4.
A atividade é organizada pela VPPCB, através do Fórum de CEP, em parceria com a Gerência Ético-Regulatório da Plataforma de Pesquisa Clínica da Fiocruz e a Rede Fiocruz de Pesquisa Clínica.
Serviço:
ConCEPções Éticas: Análise única do CEP – expectativa de proteção do participante e fluxos institucionais
Data: 16/4/2026
Horário: 14h às 16h30
Transmissão: Teams, com acesso pela plataforma Even3
Inscrições e programação: Even3
Em março de 1986, enquanto o Brasil se despedia de 21 anos de ditadura militar e vivia um momento de expectativa por mudanças, representantes de diferentes regiões do país chegavam de ônibus a Brasília para a 8ª Conferência Nacional de Saúde. Em um ginásio esportivo, eles se juntariam aos delegados oficiais em um encontro marcado por um ambiente muito diferente das sete conferências anteriores.
Realizada entre 17 e 21 de março, a 8ª Conferência reuniu mais de 4 mil participantes, ajudando a lançar as bases do Sistema Único de Saúde (SUS). Presidida pelo sanitarista Sérgio Arouca, concentrou suas discussões em torno de três eixos: a saúde como responsabilidade do Estado e direito do cidadão, a reformulação do Sistema Nacional de Saúde e o financiamento do setor, em sintonia com as propostas da Reforma Sanitária.
Quarenta anos depois, quatro sanitaristas da Fiocruz que participaram da conferência — Arlindo Fabio Gomez de Sousa, Ary Carvalho de Miranda, Francisco Eduardo de Campos e Paulo Marchiori Buss — relembram o contexto político da época, a força da participação popular, as tensões e os bastidores de um dos momentos mais emblemáticos da história da democracia e da saúde pública no país.
A saúde como direito
O encontro de 1986 e a posterior criação do SUS só podem ser compreendidos à luz de um processo histórico mais amplo. Naquele momento, a redemocratização do país se articulava à crítica a um sistema de saúde excludente e à expectativa de mudança social, como lembra Ary Carvalho de Miranda, então chefe de gabinete de Sérgio Arouca, presidente da Fiocruz.
“Vivíamos um momento político de sepultar a ditadura, de criar uma nova Constituinte e novas leis que orientassem esse país pra outro caminho, e a saúde estava no bojo desse processo também”.
Para Francisco Eduardo de Campos, pesquisador da Fiocruz Brasília, aquele período era marcado pela convicção de que o país podia construir um sistema de saúde diferente, mais justo e mais humano. Buss, então professor da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP/Fiocruz), destaca o intenso trabalho de articulação que antecedeu o evento. Convocada ainda em 1985, a conferência mobilizou um grupo que percorreu o país. O sanitarista viajou do interior do Maranhão ao Rio Grande do Sul, apresentando a proposta da conferência, suas etapas e como se daria a escolha dos delegados.
“Na 8ª Conferência, assumiu-se a tarefa de levar à Constituinte as sugestões sobre a reforma do sistema de saúde. Os elementos constitutivos da área da saúde na Constituição de 1988 tiveram origem ali. Por isso, ela foi decisiva”.
A sociedade em cena
A grande novidade da 8ª Conferência foi a ampla participação da sociedade civil, com a presença de sindicatos, associações, universidades, movimentos sociais e entidades profissionais. Mesmo sem direito a voto, os participantes puderam acompanhar e participar das discussões.
Para Miranda, foi justamente o vigor dessa mobilização que deu sustentação real à conferência e, mais tarde, fortaleceu a defesa das propostas na Assembleia Constituinte. Na memória de Francisco, o que mais ficou daquele momento foi a energia coletiva e a sensação de que a conferência abria uma possibilidade concreta de intervir no rumo do país.
O tamanho da mobilização surpreendeu a própria organização, como lembra Arlindo Fabio Gomez de Sousa, então vice-presidente de Desenvolvimento da Fiocruz: “Não parava de chegar ônibus em Brasília com milhares de pessoas que queriam participar da conferência. Aquilo não era nenhum movimento artificial. Era o fervor do momento”.
Segundo ele, essa presença transformou completamente o ambiente da conferência: “Havia pessoas vestidas com roupas regionais. Ali havia uma representação deste país. A atmosfera era diferente. Não era aquele comportamento burocrático tradicional das conferências”.
Sousa também recorda que, em busca de divulgar o encontro, ele e Theresa Christina de Aguiar Tavares, assessora de comunicação da conferência, foram à TV Globo, o que resultou em uma inserção na novela Roque Santeiro, de Dias Gomes e Aguinaldo Silva, uma das maiores audiências da televisão brasileira. O chamado à participação na conferência apareceu na novela na voz do padre progressista interpretado por Cláudio Cavalcanti.
O impasse sobre o papel do setor privado
A maior tensão do encontro foi decidir se o novo sistema de saúde deveria ser totalmente estatizado ou não, de forma imediata ou progressiva, como lembram os quatro pesquisadores. O relatório final registra que a proposta de estatização imediata foi rejeitada, embora houvesse consenso quanto à necessidade de fortalecer e expandir o setor público. A participação do setor privado permaneceu prevista em caráter complementar, sob as normas do Direito Público.
Representantes do setor privado de saúde chegaram a ser convidados para participar da conferência, mas recusaram, como conta Miranda. Ele lembra ainda que o confronto foi particularmente intenso na plenária final:
“Tinha um grupo grande que achava que não devia entrar no texto a participação da iniciativa privada, que o sistema tinha que ser eminentemente público. E tinha outro setor que entendia que, naquele momento, nós não tínhamos força política para excluí-lo”.
Campos recorda que a votação do tema foi dramática: “Eu estava na contagem dos votos para decidir se os serviços de saúde seriam exclusivamente públicos ou não. E foi muito acirrado.”
Segundo ele, uma solução intermediária se apresentava, naquele momento, como a alternativa politicamente mais viável.
Apesar das divergências, Buss enfatiza que a sensação maior era de unidade: “Todos queríamos construir uma proposta com o máximo de consenso possível, embora o dissenso fosse aceito e respeitado, para que pudéssemos alimentar a Constituição”.
Discursos que marcaram a conferência
O pronunciamento de Sérgio Arouca foi um dos pontos altos da 8ª Conferência. Miranda chama a atenção, especialmente, para a passagem em que o sanitarista apresenta um conceito ampliado de saúde, não mais restrito à ausência de doença, mas também entendido como bem-estar físico, mental e social.
“A fala trazia a discussão da determinação social da saúde como referência. O conceito não é apenas uma abstração. É um vetor que orienta a prática.”
Outro ponto forte, na memória de Buss, foi o discurso de Sônia Fleury, em sintonia com a formulação de Arouca sobre a estreita relação entre democracia e saúde. Então vice-presidente da Abrasco, Associação Brasileira de Saúde Coletiva, Sônia representava, ali, a sociedade civil.
Sousa destaca a fala de abertura do presidente José Sarney, escrita por Eleutério Rodrigues Neto, um dos grandes defensores da Reforma Sanitária, já indicando que as discussões da conferência entrariam no debate da nova Constituição.
A Inteligência Artificial (IA) já faz parte do cotidiano da população não só do Brasil como do mundo, transformando áreas como saúde, educação, meio ambiente, mobilidade, gestão pública, entre outras. Ao mesmo tempo em que amplia oportunidades, impõe desafios éticos, sociais, educacionais e econômicos que exigem reflexão e responsabilidade. É nesse cenário que estão abertas, até 31 de julho, as inscrições para a 32ª edição do Prêmio Jovem Cientista (PJC).
O prêmio traz como tema deste ano “Inteligência artificial para o bem comum” e as inscrições podem ser feitas pelo site: https://jovemcientista.cnpq.br/. A ideia é propor um olhar voltado ao uso da tecnologia como ferramenta para redução de desigualdades e promoção do desenvolvimento sustentável. O Prêmio Jovem Cientista é uma iniciativa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), em parceria com a Fundação Roberto Marinho.
O PJC convida estudantes e pesquisadores de todo o país a apresentarem projetos que explorem o potencial da IA na formulação de soluções inovadoras para problemas reais da sociedade brasileira — da melhoria de serviços públicos à ampliação do acesso à educação e à saúde, passando pelo fortalecimento da democracia, da inclusão digital e da sustentabilidade ambiental. A proposta é incentivar aplicações éticas, transparentes e socialmente responsáveis, capazes de gerar impacto positivo e ampliar oportunidades.
O Prêmio Jovem Cientista conta com patrocínio master da Shell e apoio de mídia da Editora Globo e do Canal Futura. Reconhecido como um dos mais importantes prêmios científicos do país, o PJC incentiva jovens talentos do Ensino Médio, Ensino Superior, além de mestres e doutores, a contribuírem com soluções inovadoras para os grandes desafios contemporâneos.
Prêmios e categorias específicas
Os vencedores do PJC receberão laptops, bolsas do CNPq e prêmios em dinheiro que variam entre R$ 5 mil e R$ 40 mil. As cinco categorias contempladas são: Mestre e Doutor; Estudante do Ensino Superior; Estudante do Ensino Médio e Mérito Institucional, que premia uma universidade e uma escola pelo desempenho na edição.
Cada categoria atende a critérios específicos. Na categoria “Mestre e Doutor”, podem concorrer estudantes de mestrado ou doutorado, mestres e doutores com até 39 anos. Em “Estudante do Ensino Superior”, podem participar alunos regularmente matriculados em cursos de graduação ou que tenham concluído a graduação a partir de 1º de janeiro de 2025, com menos de 30 anos. Já na categoria “Estudante do Ensino Médio”, são elegíveis estudantes regularmente matriculados no Ensino Médio ou na Educação Profissional e Tecnológica, com até 24 anos.
Criado em 1981 pelo CNPq, em parceria com empresas da iniciativa privada, o Prêmio Jovem Cientista tem o objetivo de revelar talentos, impulsionar a pesquisa no país e investir em estudantes e jovens pesquisadores que procuram soluções inovadoras para os desafios da sociedade. Considerado um dos mais importantes reconhecimentos aos jovens cientistas brasileiros, o prêmio apresenta, a cada edição, um tema importante para o desenvolvimento científico e tecnológico, que atenda às políticas públicas da área e seja de relevância para a sociedade brasileira.
Em quatro décadas, o PJC já recebeu mais de 24 mil projetos e agraciou 212 jovens em todas as regiões do Brasil.
#ParaTodosVerem Banner com fundo em tons de rosa, laranja, verde e lilás. No centro da imagem está escrito: PRÊMIO JOVEM CIENTISTA 2026, seguindo pela pergunta embaixo: QUEM PODE SE INSCREVER? Na parte inferior aparecem duas representações estilizadas de cérebros humanos em tom rosado.
Começa hoje, 9 de abril, a 14ª edição do Ciclo Carlos Chagas de Palestras (CCCP-26).
A programação reúne pesquisadores, estudantes e profissionais interessados nos avanços científicos sobre a doença de Chagas.
Com o tema ‘100+17 anos da descoberta da doença de Chagas: o tempo não para’, o CCCP-26 homenageia o pesquisador João Carlos Pinto Dias, referência internacional na área.
As atividades desta quinta-feira acontecem em formato virtual, com transmissão pelo Canal IOC no YouTube.
Na sexta, 10 de abril, o evento será presencial no auditório Emmanuel Dias, no campus da Fiocruz, em Manguinhos (RJ), incluindo apresentações de trabalhos científicos e sessão conjunta ao Centro de Estudos do Instituto.
A programação contempla palestras e mesas de discussão sobre legado científico, descobertas contemporâneas e desafios futuros da pesquisa sobre o agravo.
Confira a programação e participe!
Edição:
Vinicius Ferreira
Permitida a reprodução sem fins lucrativos do texto desde que citada a fonte (Comunicação / Instituto Oswaldo Cruz)
Como parte das mobilizações em torno do Dia Mundial de Combate à Tuberculose, celebrado em 24 de março, o Centro de Referência Professor Hélio Fraga (CRPHF), da Fundação Oswaldo Cruz, promoverá no dia 9 de abril o Simpósio comemorativo ao Dia Mundial de Combate à Tuberculose. O encontro será realizado das 8h às 16h, na sede do centro, no Rio de Janeiro, em formato presencial e híbrido.
As vagas para participação presencial já foram preenchidas. Os interessados podem acompanhar o evento pelo canal da Ensp no YouTube.
Organizado em parceria com a Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro, o simpósio terá como tema central “A integração estratégica entre Referência e Atenção Primária para o cuidado integral em Tuberculose”. A iniciativa pretende fortalecer o diálogo entre profissionais da assistência, pesquisadores e gestores envolvidos nas ações de controle da doença.
Mesmo com avanços no diagnóstico e no tratamento, a tuberculose segue como um importante problema de saúde pública no Brasil e no mundo. Nesse contexto, a articulação entre diferentes níveis da rede de atenção à saúde é considerada fundamental para garantir acompanhamento contínuo, adesão ao tratamento e maior efetividade das estratégias de controle da doença.
“O fortalecimento da articulação entre serviços especializados e a Atenção Primária é essencial para garantir o acompanhamento adequado das pessoas com tuberculose e melhorar os desfechos do tratamento”, destaca Jorge Rocha, chefe do CRPHF/Ensp/Fiocruz.
Desafios atuais no enfrentamento da tuberculose
A programação do simpósio reunirá especialistas que atuam na assistência, na pesquisa e na gestão das ações de controle da tuberculose, promovendo a troca de experiências entre profissionais da rede de saúde.
Entre os temas em debate estão os desafios relacionados à tuberculose drogarresistente, estratégias para ampliação do diagnóstico rápido de resistência bacilar, além do fortalecimento do vínculo entre pacientes e serviços de saúde.
Também serão discutidas formas de qualificar os fluxos de referência e contrarreferência, reduzindo o risco de perda de seguimento e contribuindo para a continuidade do cuidado ao longo do tratamento.
Destaques da programação
O simpósio contará com apresentações e debates sobre temas estratégicos para o enfrentamento da doença, entre eles:
Tuberculose drogarresistente: desafio para o controle da doença;
Integração entre ambulatório e laboratório para diagnóstico rápido de resistência bacilar;
Fortalecimento do vínculo entre paciente e sistema de saúde, com foco no acolhimento e na atenção multidisciplinar;
Tratamento diretamente observado, com debate sobre desafios para sua implementação e sustentabilidade;
Estratégias de cuidado para populações em situação de vulnerabilidade, como pessoas em situação de rua;
Hospitalização em tuberculose e micobactérias não tuberculosas: indicações e continuidade do tratamento;
Boas práticas na gestão de medicamentos e transição do cuidado.
Além das apresentações, o evento contará com momentos de debate entre especialistas e participantes, ampliando o intercâmbio de experiências entre profissionais que atuam nas diferentes frentes de enfrentamento da tuberculose. Acesse a programação completa nos arquivos anexos.
Serviço:
Simpósio comemorativo ao Dia Mundial de Combate à Tuberculose
Data: 9 de abril de 2026
Horário: 8h às 16h
Local: Centro de Referência Professor Hélio Fraga – Estrada de Curicica, 2.000 – Rio de Janeiro
Modalidade: presencial e híbrida
Público-alvo: profissionais de saúde que atuam nas ações de controle da tuberculose
A Vice-Presidência de Pesquisa e Coleções Biológicas (VPPCB), por meio da Coordenação de Fomento à Pesquisa, informa que os editais do Programa de Fomento à Pesquisa e as inscrições e/ou renovações podem ser feitas até 24 de abril.
As ações desse concentram-se em programas de incentivo como o Pós-Doutorado Júnior (PDJ), Programa de Bolsas de Iniciação Científica (Pibic), Programa de Bolsas de Iniciação Tecnológica e Inovação (Pibiti) . O financiamento é feito por meio de editais de concorrência pública e seleção de projetos por mérito.
Clique aqui e confira os editais.
Acesse fomentoapesquisa.fiocruz.br e saiba mais!
Programas de Iniciação Científica
Pibic
O objetivo do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC) é desenvolver o pensamento crítico e a iniciação cientifica de estudantes de graduação do ensino superior para a formação em recursos humano em pesquisa.
Pibiti
Este programa visa à formação de recursos humanos para atividades de pesquisa diretamente relacionada ao desenvolvimento tecnológico e à inovação, fortalecendo a capacidade inovadora de pesquisa no País. Assim como o PIBIC, os bolsistas PIBITI são orientados por pesquisadores qualificados.
IC Maré
Possibilidade de estimular doutores produtivos das Unidades do Rio de Janeiro que estejam desenvolvendo projetos de pesquisa, a envolverem estudantes de graduação nas atividades científica, tecnológica, profissional, artística e cultural da Fiocruz.
IC Manguinhos
A iniciativa de promover o Programa de Iniciação Científica para Favelas e Periferias visa estimular a integração com territórios e ampliar o acesso à Fiocruz de forma dinâmica.
IC Mata Atlântica
Proporcionar ao bolsista orientado por doutor(a) qualificado(a), a aprendizagem de técnicas e métodos de pesquisa, bem como estimular o desenvolvimento do pensamento científico e da criatividade.
Clique aqui e confira os editais.
Acesse fomentoapesquisa.fiocruz.br e saiba mais!
O 10th International Symposium on Immunobiologicals (ISI) chega à sua décima edição em 2026, consolidando-se como um dos principais fóruns internacionais dedicados aos imunobiológicos. Organizado por Bio-Manguinhos/Fiocruz, o evento será realizado nos dias 6, 7 e 8 de maio, no Rio de Janeiro.
A cerimônia de abertura será realizada no dia 6 de maio, das 8h às 11h, no Auditório do Centro Administrativo Vinicius Fonseca, em Bio-Manguinhos. Nos dias 7 e 8 de maio, o simpósio segue com a programação de palestras e apresentações de trabalhos científicos no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM), Av. Infante Dom Henrique, 85 - Parque do Flamengo, das 8h às 19h.
Integrando as comemorações pelos 50 anos do Instituto, o ISI 2026 será também uma oportunidade para pesquisadores da Fiocruz apresentarem estudos nas áreas de vacinas, imunobiológicos e temas correlatos, além de promover o intercâmbio científico com especialistas nacionais e internacionais.
As inscrições para acompanhar o evento estão abertas até o dia 5 de maio.
Para participar e conferir a programação completa, acesse: www.isi.bio.fiocruz.br
O Núcleo de Estudos sobre Bioética e Diplomacia em Saúde (Nethis) da Fiocruz Brasília realiza, no dia 9 de abril, das 14h às 16h, o segundo seminário do 33º Ciclo de Debates, com transmissão online. O encontro discutirá como o turismo em estuários (regiões de transição entre rios e mar) pode afetar a saúde pública, influenciar o desenvolvimento regional e transformar o modo de vida de comunidades tradicionais e ribeirinhas.
O aumento da mobilidade humana e as mudanças nos padrões de consumo nessas áreas podem repercutir diretamente nas dinâmicas sociais e ambientais locais, com impactos sobre o cotidiano das comunidades e a gestão territorial da região. O Delta do Parnaíba será o foco desta edição.
Confira a composição da mesa.
– Jacenir Mallet, coordenadora da Fiocruz Piauí
Tema: Riscos Epidêmicos em Estuários Turísticos
– Maxim Repetto, professor da Universidade Federal do Delta do Parnaíba (UFDPar)
Tema: Comunidades do Delta do Parnaíba: desafios e perspectivas
Moderação:
– Rodrigo Gurgel, professor da Universidade de Brasília (UnB)
A atividade é gratuita e será transmitida ao vivo pelo canal da Fiocruz Brasília no YouTube. Para receber certificado da Escola de Governo Fiocruz – Brasília, é necessário se inscrever previamente.
Essa atividade integra a programação do Observatório sobre Pestes, Desenvolvimento e Desigualdades em Saúde (Observatório Armagedom), iniciativa que promove reflexões sobre temas estratégicos para a saúde pública, com objetivo de contribuir para a formulação de políticas públicas, em especial, quanto ao enfrentamento de doenças infecciosas.
Mais informações: (61) 3329-4661 | nethis@fiocruz.br
A Presidência da Fiocruz, por intermédio da Vice-Presidência de Educação, Informação e Comunicação (VPEIC), divulga, nesta terça-feira, 7 de abril, o resultado da fase de classificação da Chamada Interna Auxílio à Permanência - 2026.1. O resultado pode ser conferido no Campus Virtual Fiocruz. Os estudantes que constarem como "não classificado" no resultado poderão interpor recurso até às 16h do dia 9 de abril de 2026. O Centro de Apoio ao Discente (CAD) encaminhará um e-mail informando o motivo da não classificação, juntamente com as orientações para a solicitação de recurso.
Aos candidatos que constarem como classificado no resultado, orientamos que acompanhem as próximas etapas do processo seletivo, conforme cronograma previamente divulgado.
Acesse aqui o resultado da fase de classificação da Chamada Interna Auxílio à Permanência - 2026.1
+Acesse aqui a chamada APE-PG 2026.1
A iniciativa é voltada a alunos de baixa renda da Fiocruz em situação de vulnerabilidade social ligados aos programas de pós-graduação de mestrado e doutorado acadêmicos da instituição, visa promover a permanência destes estudantes nos PPGs, favorecendo a continuidade de seus estudos e desempenho acadêmico, e, assim, contribuir para a redução das desigualdades na educação de pós-graduação e na ciência em nosso país. Acesse o edital, confira todas as informações e critérios de elegibilidade.
Ao todo, poderão ser atendidos até 400 estudantes regularmente matriculados em programas Stricto sensu da Fiocruz e que atendam aos critérios de elegibilidade descritos no Artigo 4 da Chamada (baixa renda, sem atividade remunerada e em dedicação exclusiva ao curso), de acordo com a disponibilidade orçamentária de cada ano.
Concorrem estudantes com renda familiar mensal igual ou inferior a 1 salário mínimo e meio (correspondente a R$ 2.431,50, de acordo com o valor do salário mínimo nacional vigente no ano de 2026).
O APE-PG consistirá em ofertar aos estudantes que preencham os requisitos de elegibilidade um auxílio financeiro mensal no valor R$ 800,00 (oitocentos reais). Destina-se a estudantes com matrícula ativa na Fiocruz, dedicação exclusiva a cursos de pós-graduação, com renda familiar per capita mensal inferior ou igual a 1,5 (um e meio) salário mínimo, e inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico); ou ainda se forem membros de família de baixa renda, também nos termos do mesmo Decreto, em condição de vulnerabilidade social que prejudique o desenvolvimento das atividades acadêmicas do curso da Fiocruz em que está matriculado, mediante autodeclaração.
O recebimento do Auxílio acontecerá por até 12 (doze) meses consecutivos, enquanto o estudante estiver em situação de matrícula ativa e dentro dos prazos regimentais de conclusão do curso em questão, com duração máxima equivalente ao período do curso (até o 24º mês no mestrado e até o 48º mês no doutorado), e desde que mantidas ao longo de todo o período as condições de elegibilidade ao recebimento do auxílio. Além disso, a qualquer momento, caso o aluno supere a situação de vulnerabilidade que o levou ao recebimento do auxílio ou passe a exercer atividade remunerada, ele deverá solicitar à coordenação do Programa, em sua unidade, a suspensão do benefício.
+Acesse aqui a chamada interna APE-PG 2026.1
Em caso de dúvidas, solicitamos que o contato seja realizado exclusivamente por meio do endereço eletrônico: cad@fiocruz.br ou pelo telefone: (21) 3882-9066