saúde pública

Home saúde pública
Voltar
Publicado em 20/09/2021

Inscrições abertas para mestrado e doutorado 2022 da Ensp

Autor(a): 
Comunicação da Ensp

A Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp/Fiocruz) está com inscrições abertas para o processo seletivo 2022 dos Programas de Pós-Graduação em Saúde Pública, Saúde Pública e Meio Ambiente e Epidemiologia em Saúde Pública (mestrado e doutorado). Os candidatos interessados tem até o dia 8 de outubro para se inscrever. Todos os programas de pós-graduação possuem 29% de vagas reservadas para ações afirmativas (cotas) e 71% para ampla concorrência. Confira os editais e faça sua inscrição.

Para as turmas de mestrado acadêmico, serão oferecidas 87 vagas no total, sendo 59 para ampla concorrência; 17 destinadas a negros e pardos; 6 para pessoas com deficiência; e 5 para indígenas, distribuídas entre os Programas de Saúde Pública, Saúde Pública e Meio Ambiente e Epidemiologia em Saúde Pública (confira a divisão das vagas no edital de cada programa). 

Para o doutorado, serão 66 vagas, sendo 45 para ampla concorrência; 13 destinadas a negros e pardos; 5 para pessoas com deficiência; e 3 para indígenas, distribuídas entre os três programas de pós-graduação (Saúde Pública, Saúde Pública e Meio Ambiente e Epidemiologia em Saúde Pública – confira a divisão das vagas no edital de cada programa).

A pesquisadora Enirtes Caetano Prates Melo, vice-diretora de Ensino da Ensp, informa que, inicialmente, as atividades acadêmicas seguem na modalidade remota (on-line). Somente quando houver a determinação do fim do isolamento social na instituição, as aulas serão ministradas na modalidade presencial. O início do ano letivo está previsto para março de 2022.

Coordenador-Geral do Stricto Sensu na Ensp, o pesquisador Reinaldo Souza dos Santos afirmou que mesmo com a pandemia de Covid-19, a pós-graduação segue com um bom desempenho. Ele lembra que em 2020 foram mais de 600 inscritos e destaca o esforço de todo corpo docente e dos discentes para oferta de diferentes atividades remotas, além das aulas, para consolidar a formação. Em relação ao processo seletivo 2022, o cenário também é de otimismo. “Para as novas turmas que se iniciarão em 2022, a expectativa é que consigamos ofertar, dependendo do cenário epidemiológico, disciplinas presenciais, permitindo que os alunos tenham melhor acesso ao diversificado ambiente acadêmico da Ensp. A Escola é uma unidade da Fundação Oswaldo Cruz, instituição voltada para a pesquisa e ensino. Nossas disciplinas são ministradas por pesquisadores envolvidos em diferentes áreas que compõe a saúde coletiva, conferindo grande proximidade com os conteúdos ministrados em sala de aula”, afirmou.

Programa de Pós-graduação em Saúde Pública

O Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública, criado em 1977 e credenciado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) do Ministério da Educação, tem por objetivo formar profissionais em Saúde Coletiva, com base no conhecimento interdisciplinar, para o exercício das atividades de pesquisa, docência e atuação em serviços de saúde, tendo em vista o desenvolvimento de compreensão crítica sobre: a complexidade dos processos saúde-doença; as relações entre Estado e sociedade na construção de políticas públicas de saúde; a organização e o funcionamento de sistemas, serviços e práticas de saúde.

Coordenação: Rondineli Mendes da Silva e Vera Lucia Luiza 

Acesse o edital e faça sua inscrição

Programa de Pós-graduação em Saúde Pública e Meio Ambiente

O Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública e Meio Ambiente, credenciado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) do Ministério da Educação em 2005, com início em 2006 dos seus cursos de mestrado e doutorado, tem por objetivo a capacitação de docentes, pesquisadores e gestores em saúde e ambiente, numa perspectiva interdisciplinar, multiprofissional e interinstitucional, para a análise e proposição de soluções sobre os efeitos decorrentes das exposições ambientais na saúde humana.

Coordenação: Enrico Mendes Saggioro e Paulo Rubens Guimarães Barrocas

Acesse o edital e faça sua inscrição

Programa de Pós-graduação em Epidemiologia em Saúde Pública

O Programa de Pós-graduação em Epidemiologia em Saúde Pública da ENSP (PPGEPI/Ensp), credenciado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) do Ministério da Educação, é ministrado em dois níveis – Mestrado e Doutorado e tem por objetivo a formação de pessoal qualificado para o exercício das atividades de pesquisa, de magistério de ensino superior e profissionais no campo da epidemiologia e suas interfaces com a Saúde Pública. Aprovado pela Capes em 2007, teve seus cursos de mestrado e doutorado iniciados em 2008.

Coordenação: Maria de Jesus Mendes da Fonseca e Daniel Antunes Maciel Villela

Acesse o edital e faça sua inscrição

Publicado em 07/07/2021

Inscrições abertas para doutorado em Epidemiologia em Saúde Pública

Autor(a): 
Isabela Schincariol (Campus Virtual Fiocruz)

Estão abertas as inscrições para o doutorado em Epidemiologia em Saúde Pública, oferecido pela Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp/Fiocruz). O programa de pós-graduação  visa a formação de pessoal qualificado para o exercício das atividades de pesquisa, de magistério de ensino superior e profissionais no campo da Epidemiologia e suas interfaces com a saúde pública. Ao todo, estão disponíveis 21 vagas, sendo 6 delas reservadas a ações afirmativas. As inscrições e envio de documentação devem ser efetuadas impreterivelmente até as 16h (horário de Brasília) do dia 23 de julho de 2021.

Inscreva-se já! 

Os candidatos brasileiros devem apresentar diploma de graduação, reconhecido pelo MEC, que atenda às exigências da instituição de ensino. Já os candidatos estrangeiros, com graduação realizada no exterior, deverão apresentar diploma devidamente revalidado por universidade brasileira. Além disso, as vagas são, preferencialmente, para portadores do título de mestre e possuam produção científica consolidada e relevante a ser avaliada pela Comissão de Seleção.

O curso será realizado em período integral, com duração mínima de 24 meses e máxima de 48 meses.

O procedimento de inscrição se dará em duas etapas. Primeiro, o preenchimento do formulário eletrônico disponível na Plataforma SIGA e, posteriormente, o envio de toda a documentação exigida via sistema de recebimento de documentos de inscrição para os cursos da Ensp.

O Programa de Pós-graduação em Epidemiologia em Saúde Pública da ENSP (PPGEPI/ENSP), é credenciado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes/MS). Ele foi aprovado em 2007 e iniciou seus cursos de mestrado e doutorado em 2008.

Confira aqui todos os detalhes da chamada de seleção.

Publicado em 05/05/2021

Histórias da Saúde Pública: iniciativa da Fiocruz promove a popularização da ciência

O Canal Saúde acaba de lançar o "Histórias da Saúde", um programa em formato de podcast, que mistura história e contação de histórias com uma estética que vai desde as radionovelas até os documentários. O primeiro episódio, "Ou Tudo ou Nada", narra uma história sobre Oswaldo Cruz, inserida no contexto do desenvolvimento da saúde pública brasileira, que poderia acontecer com muitos de nós, e nos leva para um passeio pela época do nascimento da Fiocruz, no Rio de Janeiro do início do século XX. 

Com linguagem clara e fácil, o projeto aborda e explica princípios, normas, ações, políticas,  conceitos e referências da saúde pública e saúde coletiva, que por muitas vezes parecem distantes do cidadão comum. A ideia é aproximar os temas do público apresentando histórias focadas em personagens, levando em conta que, em última instância, os processos que construíram e constroem a saúde pública e nos trouxeram até o Sistema Único de Saúde (SUS) foram movidos por pessoas, das mais renomadas às anônimas, que também fazem História no seu dia a dia. Para cada programa centrado na história de um personagem, o podcast trará um segundo episódio apresentando o contexto e explicando um pouco mais sobre o evento histórico no qual a temática está inserida.

O "Histórias da Saúde" se insere no projeto "Canal Saúde Podcast" e soma-se ao "CoronaFatos" dentro do projeto de podcasts originais produzidos pela emissora. Já disponível nos principais agregadores e no site do Canal, o novo podcast narrativo está inserido no contexto de popularização da ciência do Canal Saúde, baseado na recém-lançada Política de Divulgação Científica da Fiocruz. 

Com edições de cerca de 15 a 20 minutos, a primeira temporada do programa contará com dez episódios que serão lançados mensalmente, sempre na primeira segunda-feira de cada mês, com início em maio. O programa vai passear por temas como a criação da Fiocruz, a Revolta da Vacina, a pandemia de gripe espanhola e a 8ª Conferência Nacional de Saúde. 

O "Histórias da Saúde" está disponível na sessão Podcast do Canal Saúde e nos principais tocadores, entre eles Spotify, Apple Podcasts, Google Podcasts e Anchor.

Publicado em 15/03/2021

Health Challenge Brazil 2021 está com inscrições abertas até 17/3

Está chegando o Health Challenge Brazil 2021 (HCB 21). O desafio vai reunir pessoas com ideias inovadoras para pensar em maneiras diferentes de resolver os problemas da saúde no Brasil. O evento nasceu em um momento de mudanças e transformações que estamos vivendo nos últimos tempos. O hackathon é totalmente online e gratuito. Podem participar estudantes e profissionais de saúde, designers, desenvolvedores, pessoas da área de negócios e outros interessados no tema.

Inscreva-se até 17 de março!

O encontro acontecerá nos dias 19, 20 e 21 de março. Notando a necessidade de um olhar mais sensível para a área médica, a StartUpDays adentrou no âmbito clínico para entender, e assim, fomentar a criação de um evento voltado a assuntos de relevância para os profissionais do futuro da medicina. A Fiocruz é a patrocinadora oficial do HCB 21. O encontro será realizado com a finalidade de estimular o desenvolvimento de soluções inovadoras para os desafios da área da saúde do Brasil.

A ideia do encontro é fomentar a resolução dos problemas da área da saúde brasileira; estimular o desenvolvimento de ideias que podem se tornar negócios; conectar empresas da área da saúde que buscam inovação e mentes criativas; entrar em um ecossistema de inovação, com profissionais e estudantes de diversas áreas; e premiar os participantes. 

Portanto, faça sua inscrição, forme seu time ou encontre um já inscrito e participe de mais de 60h de muito conteúdo transmitido pelas Lives, assim como aproveitar as sessões de mentoria com especialistas de diversas áreas. Ao final da jornada, você terá que apresentar sua solução, assim como submeter seu projeto final para avaliação da banca de jurados. A banca utilizará critérios pré-definidos para avaliar as soluções e definir quem será o grande campeão do Health Challenge Brazil 2021! Os resultados serão divulgados em 24 de março. 

Publicado em 06/11/2020

Fiocruz promove curso livre internacional sobre formação docente em saúde

Autor(a): 
Isabela Schincariol (Campus Virtual Fiocruz)

Apoiar professores na reflexão do seu papel na formação de sujeitos históricos na sociedade contemporânea, a partir de sua prática pedagógica e responsabilidade docente na saúde pública é o objetivo do Curso Internacional sobre a Interdisciplinaridade das Ciências Humanas para a formação docente em Saúde. A programação prevê a realização de sete encontros online, oferecidos em formato de webinários, entre novembro de 2020 e fevereiro de 2021. O primeiro debate está marcado para 19/11, às 14h, e abordará o tema “Formação, trabalho e identidade docente”. As inscrições para o curso livre vão até 16 de novembro por meio do Campus Virtual Fiocruz. Confira!

Inscreva-se já! 

O público-alvo dos encontros são docentes de todas as unidades da Fiocruz, das Escolas e Centros Formadores das Redes de Formação em Saúde Pública (RedEscola), da Rede de Escolas Técnicas do SUS, das Escolas de Saúde Pública do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), da Rede Nordeste de Formação em Saúde da Família (Renasf), da Rede Internacional de Educação de Técnicos em Saúde, da Rede Latino-Americana de Escolas de Saúde Pública, além de professores universitários, estudantes de pós-graduação e outros profissionais envolvidos e interessados no tema.

Segundo a responsável pela iniciativa, Tânia Celeste Mattos Nunes, que é ligada à Vice-presidência de Educação, Comunicação e Informação (Vpeic/Fiocruz), a oferta do curso cumpre o papel disseminador de temas educacionais que possam embasar as discussões e reflexões sobre a prática pedagógica docente no âmbito da Fiocruz e das Escolas de Saúde. Com o ciclo, espera-se contribuir para a consolidação das funções da Escola de Governo da Fundação, trazendo para a discussão temas candentes da área das ciências sociais e humanas e políticas de educação em saúde”, comentou Tânia. 

Os sete debates virtuais acontecerão sempre às quintas-feiras, às 14h, com duração de 4h, totalizando 28h de atividades síncronas. Além disso, para as atividades assíncronas do curso, serão disponibilizados textos e vídeos em um repositório para os alunos inscritos, somando uma carga horária total de 42h de formação. 

Os seminários serão transmitidos ao vivo pelo canal da Fiocruz no Youtube e podem ser acompanhados pelos interessados no tema. 

Confira a programação do Curso Internacional sobre a Interdisciplinaridade das Ciências Humanas para a formação docente em Saúde:

19/11/2020 – Formação, trabalho e identidade docente (14h às 18h)

A formação docente como prioridade institucional; Apresentação de resultados parciais do projeto de formação de docentes da Fiocruz,  com a análise dos grupos focais da pesquisa sobre identidade, trabalho e formação docente; relações entre formação, trabalho e identidade docente na área da saúde e análise comparativa da revisão bibliográfica sobre o tema.

Convidados: Tânia Celeste Matos Nunes (Fiocruz), Gustavo de Oliveira Figueiredo (Instituto Nutes/UFRJ) e Terezinha de Lisieux Quesado Fagundes (Ufba)
Debatedora:  Yansy Delgado Orrillo (Instituto Nutes/UFRJ)
Coordenação: Maria Cristina Rodrigues Guilam (Coordenadora-Geral de Educação da Fiocruz)

26/11/2020 - Contribuições das Ciências Sociais e Humanas para a formação e o trabalho docente (14h às 18h)

Educação e contradição: elementos metodológicos para uma teoria crítica do fenômeno educativo; Os aportes de Paulo Freire com a pedagogia do oprimido e a pedagogia da esperança; Hegemonia, contra hegemonia e conscientização de educadores/as nas políticas educacionais brasileiras.

Convidados: Carlos Roberto Jamil Cury (Professor Emérito UFMG), Marilia Gabriela de Menezes Guedes (Cátedra Paulo Freire UFPE) e Marcia Ângela da Silva Aguiar (CE/UFPE)
Debatedor: Gustavo de Oliveira Figueiredo (Instituto Nutes/UFRJ)
Coordenação: Terezinha de Lisieux Quesado Fagundes

3/12/2020 - O caráter interdisciplinar da Educação: Interseções entre cultura, psicologia e artes (14h às 18h)

O caráter interdisciplinar da educação e a potência das interações entre a cultura, a psicologia e as artes; Arte e direitos humanos na educação; Sujeitos e subjetividades nos espaços/tempos contemporâneos; Liberdade, criatividade e imaginação na produção sócio histórica da diversidade cultural.

Convidados: Álamo Pimentel (UFSB), Richarlls Martins (Fiocruz/UFRJ) e Santiago Estaún Ferrer (Prof. Emérito do Departamento de Psicologia da Educação/Universidade Autônoma de Barcelona)
Debatedora: Valentina Carranza Weihmuller (Instituto Nutes/UFRJ)
Coordenação: Gustavo de Oliveira Figueiredo (Instituto Nutes/UFRJ)

10/12/2020 – Formação e trabalho em saúde no Brasil: Perspectiva histórica e interconexões com a Reforma Sanitária Brasileira (14h às 18h) 

Formação para o Trabalho em Saúde no Brasil; Aspectos históricos e projetos estruturantes da face pedagógica do SUS; Redes como espaço de organização e diálogo das práticas pedagógicas entre docentes e com os movimentos sociais; Ciclos de transformações sócio econômicas e seus principais impactos no mundo do trabalho e nas atividades educativas; Reforma sanitária brasileira, com ênfase nos aspectos relacionados à educação em saúde.

Convidados: Tânia Celeste Matos Nunes (Fiocruz), Márcia Teixeira (Ensp/Fiocruz) e Jairnilson da Silva Paim (Ufba)
Debatedor: Sebastian Tobar (Cris/Fiocruz)
Coordenação: Vera Lucia Kodjaoglanian (UFRN) 

17/12/2020 – Decolonialidade e o cotidiano na sala de aula: Etnografia como possibilidade nos debates sobre preconceito, gênero e raça (14h às 18h)

Atitude etnográfica na sala de aula; Decolonizando os processos de ensino; A alteridade nas condições de educadores e educandos; Interpretação dos cenários na pesquisa em educação; Decolonialidade e racismo: a produção de vidas vulnerabilizadas; Gênero e sexualidades ancoradas no feminismo e na Teoria Queer: uma análise da produção dos corpos que interessam.  

Convidados: Álamo Pimentel (UFSB), Roberta Gondim (Ensp/Fiocruz), José Inácio Jardim Motta (Ensp/Fiocruz)
Debatedora: Ana Lúcia Nunes de Sousa (Instituto Nutes/UFRJ) 
Coordenação: Carlos Henrique Paiva (COC/Fiocruz)

28/1/2021 – Educação permanente em saúde: Fundamentos, história, atualizações e perspectivas (14h às 18h)

Aspectos históricos e bases conceituais; Experiência brasileira da educação permanente em saúde como política pública, avanços e dificuldades; A potência da Educação Permanente como ferramenta de transformação das práticas, políticas e gestão dos serviços públicos de saúde; As revisões e perspectivas da política e a proposta de construção de indicadores. 

Convidados: Mario Rovere (Escola de Saúde Pública de Buenos Aires), José Inácio Jardim Motta (Ensp/Fiocruz), Isabela Cardoso (ISC/UFBA).
Debatedor: Sebastian Tobar (Cris/Fiocruz)
Coordenação: Eliana Claudia Ribeiro (UFRJ)

4/2/2021 – Educação e desigualdades no mundo contemporâneo (14 às 16h)

Desigualdades sociais econômicas e culturais: desafios da Educação; Críticas ao discurso neoliberal e a defesa da Democracia; políticas públicas para o enfrentamento das iniquidades; Resistência e ação coletiva por justiça social e econômica; Educação transformadora, formação política e cidadania crítica.

Convidados: Naomar de Almeida Filho (UFBA/USP) e Silke Weber (Professora Emérita da UFPE)
Debatedor: Gustavo de Oliveira Figueiredo (Instituto Nutes/UFRJ)
Coordenação: Terezinha de Lisieux Quesado Fagundes (ISC/Ufba)

4/2/2021 – Conferência A Contribuição da pesquisa para a docência (16h às 18h)

Conferencista: Maria Cecília de Souza Minayo (Fiocruz)
Coordenação: Tânia Celeste Matos Nunes (Fiocruz)

É importante ressaltar que o curso contará com a participação de docentes da América Latina e África. Portanto, as sessões serão realizadas em língua portuguesa, mas contarão com alguns palestrantes de língua espanhola, além de alguns debatedores que falarão a mesma língua.

Assista, abaixo, ao tutorial de inscrição no Campus Virtual Fiocruz para alunos estrangeiros, oferecido na língua espanhola (áudio e legenda). O vídeo é uma iniciativa de integrantes do Curso Internacional sobre a Interdisciplinaridade das Ciências Humanas para a formação docente em Saúde:

 

Publicado em 26/08/2020

Pesquisa translacional em fármacos e medicamentos: inscrições abertas para mestrado e doutorado

Autor(a): 
Isabela Schincariol (Campus Virtual Fiocruz)

Estão abertas as inscrições para os cursos de mestrado e doutorado do Programa de Pós-Graduação em Pesquisa Translacional em Fármacos e Medicamentos, oferecido pelo Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos/Fiocruz). Ao todo, estão disponíveis 20 vagas, 10 para cada modalidade. As inscrições podem ser feitas até 9 de setembro de 2020.

O objetivo do Programa é formar multidisciplinarmente mestres e doutores capazes de atuar na translação do conhecimento básico ao produto final (pesquisa translacional), que é o desenvolvimento de fármacos e medicamentos de importância para a saúde pública. A ideia é que os profissionais sejam capazes de reconhecer e dialogar com as diferentes áreas de atuação na cadeia de desenvolvimento de fármacos e medicamentos.

Acesse os editais e confira as oportunidades: 

Doutorado

  • 10 vagas 

Mestrado 

  • 10 vagas
Publicado em 15/07/2020

Pós-graduação em Medicina Tropical comemora quatro décadas com seminários virtuais

Autor(a): 
Lucas Rocha - Comunicação IOC/Fiocruz

O Programa de Pós-graduação Stricto sensu em Medicina Tropical do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) completa 40 anos de existência. O curso tem como foco o aprimoramento da formação de profissionais de diversas áreas, como infectologistas, parasitologistas e epidemiologistas, para que possam pensar e atuar no enfrentamento de importantes problemas de saúde pública. Em comemoração à data, serão realizados quatro seminários virtuais, a cada duas semanas, com início no dia 15 de julho. As atividades serão transmitidas online, das 10h às 12h, pelo canal do IOC no youtube. No primeiro encontro, serão discutidos os impactos da pandemia de Covid-19 na agenda global do controle e eliminação das doenças negligenciadas e outras doenças infecciosas e parasitárias.

O evento contará com as palestras do médico Pedro Albajar Viñas, representando a Organização Mundial da Saúde (OMS), do epidemiologista Marcelo Aguilar, professor da Universidade Central do Equador, e da presidente da Fiocruz, Nísia Trindade Lima. Também participam da abertura do evento a vice-presidente de Educação, Informação e Comunicação da Fiocruz, Cristiani Vieira Machado, o diretor do IOC, José Paulo Gagliardi Leite, o vice-diretor de Ensino, Informação e Comunicação do IOC, Marcelo Alves Pinto, a coordenadora da Pós-graduação em Medicina Tropical, Martha Mutis, e a representante discente da Pós, Thamiris Balthazar.

Confira a programação:

15 de julho
A Medicina Tropical e a Agenda 2030: uma visão global atualizada para o enfrentamento das doenças tropicais em tempos da Covid-19 e seus impactos

29 de julho
Dialogando sobre Covid-19: o aporte do Programa de Pós-graduação em Medicina Tropical no combate à pandemia

12 de agosto
Inovação tecnológica e empreendedorismo na ciência: caminhos de um tropicalista no empreendedorismo

26 de agosto
Fatos e versões em quatro décadas de trajetória da Pós-graduação em Medicina Tropical

Publicado em 09/07/2020

Revista traz debate sobre novas medidas educacionais, econômicas e sanitárias

Autor(a): 
Comunicação EPSJV/Fiocruz

A nova edição da revista Poli traz um debate sobre quais medidas educacionais, econômicas e sanitárias os especialistas avaliam como importantes em um contexto em que governos - municipais, estaduais e federal - vêm discutindo estratégias de flexibilização de tais medidas de isolamento social,  adotadas para frear a escalada dos casos de contaminação por Covid-19 no país. Especificamente sobre a educação, tema importante para a Fiocruz que está sendo debatido neste momento pelos gestores das unidades que oferecem cursos e programas de pós-graduação presenciais, os analistas alertam que são necessários mais recursos para que municípios e estados possam implementar as medidas sanitárias e pedagógicas fundamentais para garantir um retorno gradual das aulas. Confira a publicação, que é uma iniciativa da Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio.

+ Veja também: Fiocruz busca soluções para continuidade das ações educacionais na pandemia 

Por um lado, economistas defendem a manutenção de programas como o auxílio emergencial de R$ 600 pago a trabalhadores informais desde abril, mas cobram medidas de cunho mais estrutural, como a ampliação da cobertura e dos valores pagos por programas de transferência de renda como o Bolsa Família, bem como mudanças na regressiva estrutura tributária brasileira que possam garantir recursos para as políticas sociais no longo prazo. Como já citado, na área da educação, analistas falam sobre medidas necessárias para garantir um retorno gradual das aulas presenciais. Por fim, especialistas em biossegurança discutem as medidas de higienização pessoal e distanciamento social que, pelo menos por um tempo, precisarão ser mantidas mesmo após o fim do isolamento. 

A atuação de entidades filantrópicas de origem empresarial na promoção de soluções para o ensino remoto e o planejamento da volta às aulas é o foco de outra reportagem. Segundo especialistas ouvidos pela revista Poli, a pandemia vem acelerando um processo que já vinha em curso, de ampliação do uso da tecnologia como ferramenta pedagógica, que acarreta profundas transformações ao trabalho docente e levanta questionamentos sobre as enormes desigualdades no acesso à internet e às tecnologias da informação entre os estudantes das escolas públicas.

O papel do Estado é um tema subjacente a duas outras matérias presentes nesta edição. Uma delas discute a dependência externa brasileira em relação a equipamentos e insumos essenciais para o controle da pandemia, como respiradores e EPIs, entre outros, e a necessidade de se fomentar a produção nacional. Nesse sentido, especialistas ouvidos pela revista Poli destacam que é preciso tocar um processo de reconversão produtiva, colocando emergencialmente empresas de outros produtos a serviço da fabricação de equipamentos e insumos para a saúde. Mas cobram também mais investimentos públicos tanto no fortalecimento da indústria quanto no desenvolvimento científico e tecnológico que antecede a produção. Já na seção Dicionário, o verbete desta edição apresenta os Laboratórios de Saúde Pública, instituições públicas que, a despeito de sofrerem com uma crônica falta de recursos, vêm desempenhando papel fundamental no monitoramento dos casos de Covid-19 no país. 

A falta de EPIs e de treinamento adequado são as principais queixas de entidades representativas dos trabalhadores técnicos da saúde, que estão entre os mais vulneráveis à Covid-19. É o que aponta outra reportagem da edição, que traz um levantamento das mortes e casos de contaminação pelo novo coronavírus entre técnicos em saúde.

O entrevistado desta edição é o vice-presidente da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), Naomar de Almeida Filho, que fala sobre o Plano Nacional de Enfrentamento à Covid-19, iniciativa da Frente pela Vida, que traz recomendações destinadas a autoridades políticas e sanitárias, gestores públicos e sociedade em geral, que foi entregue a parlamentares da Câmara dos Deputados e do Senado Federal no início de julho.

A Revista Poli é uma publicação impressa editada pela Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV/Fiocruz). A versão online pode ser acessada aqui.

Publicado em 15/06/2020

Mortes por Covid-19 avançam nas prisões

Autor(a): 
Informe Ensp*

Apesar de ser um tema ausente dos debates públicos, até mesmo dos gabinetes de crise e planos de contingência para enfrentamento do coronavírus em grandes estados do país, a Covid-19 na população carcerária está avançando. Com menos de um 1% das pessoas presas com acesso a diagnóstico, celas superlotadas, acesso restrito à água, ventilação e grande presença de doenças como tuberculose, diabetes e HIV/Aids, os efeitos do coronavírus podem ser devastadores nas prisões do Brasil. Embora apresente grande subnotificação, o aumento de mortes por pneumonia grave e síndrome respiratória aguda grave ligou o alerta dos pesquisadores. Debruçados sobre essa importante questão, a Fiocruz Mato Grosso do Sul e o Campus Virtual Fiocruz estão desenvolvendo uma nova formação online sobre a saúde da população carcerária e a Covid-19. A formação integrará o rol de cursos elaborados pelo CVF que tratam das questões relacionadas ao coronavírus. O tema, tão caro à saúde pública, também marcou o retorno do Centro de Estudos da Ensp, em formato virtual.

Cursos online sobre Covid-19: saiba mais

O curso online Covid-19: manejo da infecção causada pelo novo coronavírus está no ar e é composto de três módulos independentes: um sobre conceitos básicos e dois sobre o manejo clínico da doença. A formação é aberta, gratuita, autoinstrucional e oferecido à distância (EAD), permitindo que qualquer pessoa interessada se inscreva. A qualificação é dirigida especialmente a trabalhadores de Unidades Básicas de Saúde (UBS), redes hospitalares, clínicas e consultórios e está com inscrições abertas.

A nova formação, que abordará o tema da Saúde Prisional no contexto da Covid-19, será lançada em breve. A previsão é que já esteja disponível no início do segundo semestre de 2020. Fique atento e acompanhe as notícias divulgadas aqui no Portal do CVF e em nossas redes sociais.

O conteúdo dos cursos do Campus Virtual Fiocruz é elaborado por pesquisadores e especialistas da Fundação envolvidos nas ações de vigilância e assistência e apresentam estratégias para conter a curva epidêmica da doença, instrumentalizando profissionais que estão na linha de frente do combate ao coronavírus.

Os cursos sobre a Covid-19 são uma realização do Campus Virtual Fiocruz, vinculado à Vice-Presidência de Educação, Informação e Comunicação da Fiocruz. Cada aluno pode escolher quais módulos quer cursar e em que ordem. Os conhecimentos são avaliados ao fim de cada módulo. Quem cursar os módulos de forma independente (e obtiver nota maior ou igual a 70) recebe um micro certificado com a carga horária correspondente. O aluno que acessar todos os módulos e concluir todas as avaliações com sucesso receberá um certificado com a carga horária total do curso.

Confira o debate virtual realizado pela Ensp

A pesquisadora da Ensp e coordenadora do grupo de pesquisa Saúde nas Prisões, Alexandra Sanchéz, conduziu a sessão on-line Mortes por Covid-19 avançam nas prisões, que contou com participação da promotora de Justiça do RJ, Madalena Junqueira Ayres, e da integrante do Mecanismo de Prevenção e Combate à Tortura do RJ, Natália Damázio.

Até a data do evento, 20 de maio, a pesquisadora da Ensp afirmou que o Rio de Janeiro tinha, oficialmente, cinco óbitos notificados por Covid-19; São Paulo com doze óbitos; Pernambuco apresentava três; e Espírito Santo com dois óbitos. Os dados oficiais, segundo ela, não representam a realidade das unidades prisionais e, para comprovar sua afirmativa, citou uma revisão das mortes no Rio de Janeiro a partir de março. “Fizemos uma revisão dos óbitos a partir do mês de março, quando começou a pandemia. Somente reclassificando as mortes que não têm confirmação pelo teste diagnóstico, mas foram por pneumonia grave ou síndrome respiratória aguda grave, atingimos uma taxa de 49 em mil, ou seja, cinco vezes superior à taxa oficial só com a reclassificação dos óbitos em revisão de boletim. Isso é bastante importante”, admitiu.

Após elogiar a atuação do Distrito Federal sobre a testagem da população encarcerada, a pesquisadora lamentou a falta de transparência dos dados no Rio de Janeiro e o isolamento do Comitê de Crise da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária do RJ. O aumento na taxa dos óbitos do estado reforçou a preocupação, uma vez que os meses de março e abril de 2020 mostraram elevação em relação a janeiro e fevereiro deste ano. “A taxa de mortalidade em abril foi 48/100 mil, enquanto, em fevereiro, foi de 19/100 mil. Em março, a Covid-19 contribuiu com 35% da taxa de óbito nos presídios, enquanto, em abril, ficou em 54%. Isso mostra uma tendência importante de aumento, uma vez que a taxa de mortalidade, excluindo a Covid-19, fica em torno de 20 a 25% por 100 mil”, alertou a pesquisadora.

Alexandra apresentou dados sobre a mortalidade por faixa etária no Sistema Prisional. Segundo ela, a população presa é majoritariamente jovem, e há cerca de 700 a 800 pessoas com mais de 60 anos. Apesar de a Covid-19 causar mais risco na população idosa, mais de 60% dos óbitos ocorreram em pessoas com menos de 60 anos. “Nessas pessoas mais jovens, principalmente entre 18 a 39 anos (correspondem a 50% dos óbitos pelo vírus), mais de 70% são homens com comorbidades como diabetes, Aids e tuberculose. Esses são os jovens que estão morrendo”.

Coronavírus expõe fraquezas da assistência e da saúde prisional

A promotora de Justiça do RJ, Madalena Junqueira Ayres, falou sobre a ausência de cuidados básicos necessários à população carcerária, principalmente num cenário de pandemia. A falta de atendimento básico, de condições adequadas para isolamento dos presos, de regulação entre as unidades prisionais e o pronto-socorro geral para atendimento fora do sistema prisional (seja pelo estado ou município) e a não priorização nas campanhas de vacinação comprometem as ações de enfrentamento à covid-19 no sistema prisional, segundo ela.

A promotora lembrou que a higienização é uma das principais recomendações para prevenção do coronavírus. Nos presídios, entretanto, o cenário de precariedade das condições de higiene do próprio preso e das instalações, somados ao fornecimento inadequado de água e ausência de álcool em gel, a realidade é diferente. “Desde o início, o Ministério Público percebeu que não havia um plano de contingência para enfrentamento da covid no sistema prisional do Rio de Janeiro. O plano de resposta da Secretaria de Saúde não tinha uma linha sobre o sistema prisional. No dia 1 de abril, acrescentaram a implantação de um hospital de camapanha para 60 leitos, com respiradores do Ministério da Saúde, mas não havia uma linha sobre esse enfrentamento”, detalhou.

No âmbito nacional, há a Portaria Interministerial Nº 7, que regulamenta as medidas de prevenção para a população carcerária, tendo como premissa que todas as recomendações do Ministério deveriam ser adotadas dentro das unidades prisionais. A rigor, não deveria haver distinção de tratamento, mas isso não é observado. Há uma enorme violação de direitos dentro do sistema prisional”.

Na última apresentação, a integrante do Mecanismo de Prevenção e Combate à Tortura do RJ, Natália Damázio, criticou a falta de transparência das ações de enfrentamento da pandemia e a falta de informação sobre a situação dos presos aos seus familiares. Ela afirmou que, mesmo com a impossibilidade de inspecionar as unidades, o Mecanismo está oficiando os resídios e o Gabinete de Crise para pensar, de forma cooperativa, em melhorar as coisas. “Foram 25 ofícios, mas só tivemos reposta total para um deles”, comentou.

Apesar da necessidade das medidas de isolamento nos presídios, a palestrante reforça que a incomunicabilidade absoluta, ou seja, quando se cria uma ruptura do laço dos presos com seus familiares, é uma violação de direitos. “Foi estipulado o isolamento, que é uma medida importante para prevenção da disseminação do vírus, mas não foi pensada uma alternativa para superar, de forma alternativa, o que está posto. Uma estratégia interessante proposta pela Defensoria Pública de SP foi a instalação de telefones públicos e visitas virtuais.

A redução emergencial da superlotação das celas, medida uniformemente prescrita por todos os órgãos de direitos humanos e de saúde internacionais para discutir a possibilidade de prevenção eficaz da covid-19 também foi defendida por todos os palestrantes do Ceensp.

Confira as apresentações no Canal da Ensp no Youtube.

* Com informações de Isabela Schincariol
* Imagem de capa: Agência Brasil

Publicado em 12/06/2020

Higienização das mãos é foco em jogo de simulação de culinária japonesa

Autor(a): 
Lucas Rocha (IOC/Fiocruz)*

Uma das principais estratégias para prevenir a infecção pelo novo coronavírus é lavar as mãos corretamente. A medida simples e eficiente também contribui para combater diversas doenças provocadas por microrganismos, como gripe, diarreia e hepatite A. Pensando nisso, pesquisadores do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) desenvolveram um jogo, para promover a conscientização sobre a prática da lavagem das mãos, de forma lúdica. O projeto foi contemplado pelo edital de Recursos Comunicacionais (jogos e aplicativos móveis), iniciativa da Vice-Presidência de Educação, Informação e Comunicação da Fundação.

A higienização adequada inclui, além do uso de água e sabão, uma série de movimentos que tem por objetivo cobrir todas as partes das mãos. O jogo Hiji Sushi é voltado especialmente para profissionais da saúde e profissionais que trabalham com a manipulação de alimentos, como os sushimans, por exemplo, mas é livre e pode ser acessado por todos os interessados no tema.

Os pesquisadores Tânia Zaverucha do Valle, do Laboratório de Imunomodulação e Protozoologia, e Gabriel Limaverde Sousa, do Laboratório de Esquistossomose Experimental do IOC, ambos do IOC/Fiocruz, são os idealizadores da iniciativa. Eles alertam que descuidar do hábito, que deveria ser instintivo, pode causar danos à saúde. "Desenvolvemos um jogo eletrônico que reúne diversão e informação em saúde. Além de lavar as mãos corretamente, a ideia é lembrar que é preciso limpá-las regularmente, estimulando bons hábitos", explicou Tânia. Segundo ela, o jogo mostra que, para preparar as refeições de maneira contínua e sem causar mal a ninguém, é necessário higienizar bem as mãos. Gabriel ressaltou que uma das consequências ao esquecer disso, por exemplo, é a intoxicação dos 'clientes' do restaurante". A elaboração do jogo contou também com a colaboração de Thiago Santos Magalhães, responsável pelo design e programação, Rafael Augusto Ribeiro e Beatriz de Lima Furtado, responsáveis pela arte.

O material pode ser acessado online na Plataforma Educare, espaço para a educação aberta criado pela Fiocruz, e está disponível para download gratuito.

Iniciativas comunicacionais e educacionais em saúde

O material educativo foi desenvolvido ao longo de 2019 com o apoio do edital para Recursos Comunicacionais (jogos e aplicativos móveis). Na ocasião, também foi lançado um edital voltado aos recursos educacionais abertos (REA). O objetivo de ambos foi fortalecer projetos de excelência conduzidos pela da Vice-Presidência de Educação, Informação e Comunicação (Vpeic/Fiocruz), que desenvolve ações para contemplar os vários níveis de educação e fortalecer as diversas modalidades, como a educação a distância. Nos editais, foram inscritos jogos, livros e produtos informativos sobre importantes temas para a saúde pública, tais como: conscientização sobre os impactos do uso de drogas, juventude e infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), entre outros.

Em breve, novos recursos contemplados nos editais serão divulgados. 

*Com informações de Isabela Schincariol.

Páginas

Subscrever RSS - saúde pública