Apresentação

Com a temática “Escola em Transformação: Nossa História e o Inédito Viável”, a I Mostra da Escola de Governo Fiocruz Brasília (EGF-Brasília) irá comemorar os 10 anos da EGF-Brasília e o centenário de Paulo Freire, que nos inspira para o inédito viável* em tempos de pandemia.

A I Mostra da Escola de Governo da Fiocruz Brasília (EGF-Brasília) tem como intenção RE-UNIR, de forma responsável, inclusiva e horizontal, toda a comunidade EGF-Brasília e da Fiocruz Brasília, como: egressos, estudantes, docentes, tutores, preceptores, pessoal técnico-administrativo de toda Gerência Regional de Brasília (Gereb), pessoas vinculadas à Coordenação de Programas e Projetos (CPP), e rede parceira, como: Universidade de Brasília, Ministério da Saúde, Governo do Distrito Federal (GDF), movimentos sociais, sociedade civil entre muitos outros.
A meta é ter pelo menos 5 mil pessoas inscritas, sendo 500 pessoas distribuídas nas atividades presenciais e 4.500, nas atividades assíncronas e síncronas on-line.
A I Mostra EGF-Brasília contará com atividades híbridas: assíncronas (exposição de trabalhos - 3º PesquisaSUS e Comunidades de Aprendizagem), de novembro de 2021 a fevereiro de 2022 e sua culminância (síncrona/online e presencial) acontecerá nos dias 15 a 18 março de 2022, como parte da Semana Pedagógica e do Acolhimento Discente (confira aqui a Programação Geral).

Objetivos da I Mostra EGF-Brasília:
  • Fortalecer o sentido de pertencimento da comunidade da EGF-Brasília;
  • Compartilhar a produção de conhecimento (pesquisas, trabalhos de conclusão de curso, dissertações, experiências inovadoras, atividades de extensão, etc.) desenvolvidas no âmbito da EGF-Brasília, da Coordenação de Programas e Projetos (CPP) da Fiocruz Brasília e de suas redes colaboradoras;
  • Valorizar os processos educativos desenvolvidos pelos(as) docentes, tutores(as), preceptores(as) e pedagogas da EGF-Brasília;
  • Realizar o registro histórico e resgatar memórias dos 10 anos da EGF-Brasília e dos tempos de pandemia;
  • Promover ações de cuidado e atividades autogestionadas;
  • Cocriar imagens de futuro, de inovação e do inédito viável.
 
(...) algo que o sonho utópico sabe que existe, mas que só será conseguido pela práxis libertadora (...) é na realidade uma coisa inédita, ainda não claramente conhecida e vivida, mas sonhada, e quando se torna um ‘percebido-destacado’ pelos que pensam utopicamente, esses sabem, então, que o problema não é mais um sonho, que ele pode se tornar realidade" (FREIRE, 2014, p. 278-279).
FREIRE, Ana M. A. Notas explicativas. In: FREIRE, Paulo (Org.). Pedagogia da esperança: um reencontro com a pedagogia do oprimido. 21. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2014.